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Cap. José

Operação UNAMA

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7 minutos atrás, 1º Cbo. Phabio disse:

Eles não falam a minha língua e por carga de água eu tenho de falar a língua deles ou inglês infelizmente o meu inglês não é bom no entanto falo a minha língua e digo para parar aí em inglês eu não tenho porquê falar outra língua se não sei se for um dos requisitos então não estou no cítio certo já é a 3 ou 4 vez que tocam na cena da língua 

 

 

Os civis só falam afegão.vais ter de levar um iPhone com translate.🤣

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Issso dos civis e próprios insurgentes do arma é algo frustrante, como zeus ou player. Os civis nem sempre fazem o que é  pedido e como zeus, controlar os mesmo e dar alguma interação nunca corre como esperado, especialmente se a equipa a que o civil até pode ir ajudar estiver em alerta vermelho e em modo de disparar a tudo o que mexe.

 

Ja os inimigos na minha opinião são demasiado burros, comparando com os vanilla do arma que sao tao ops que ate pelos arbustos disparam. Um meio termo era algo agradável, ja sao varias as vezes que mando fazer algo e ficam parados a olhar e assim. (O Tmaster falou me tambem que pode ter a ver com o mapa), 1 exemplo foi 1 civil com um colete a ir em direção a 1 equipa e em vez de correr foi a andar enquanto levava tiro (os 1s falharam e so depois o mataram) ou mesmo 1 que explodiu aonpe do asy e 0 dano tanto no edificio em que ele estava como no proprio. 

 

Como players vocês sentem frustrados com o nao falar ingles, ou os bots nao fazerem o que voces mandam. Imaginem agora como zeus que temos uma data de handicaps para fazer certas coisas bem ou minimamente. 

 

Infelizmente o arma é  assim nao da para fazer as coisas a 100%

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Atenção @Luso

eu em nenhum momento estou a colocar em causa o trabalho do Zeus longe de mim estou sim a por em causa já por diversas vezes termos de ser “obrigados” a interagir en inglês com os civis referente em alerta máximo vou te colocar o exemplo de ontem tinha 3 de 7 camaradas caidos um deles o capitão seguindo a linha de comando assumi eu a unidade até o SQL estar up e foi eu mesmo que de ordem que colocassem um perímetro de segurança e tudo o que entra-se nesse perímetro teria luz verde para ser eliminado 

em nenhum momento coloquei em causa as vossas ações como Zeus e acho que de todos o que menos fala sou eu e é só a minha opinião 

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1 minuto atrás, 1º Cbo. Phabio disse:

Atenção @Luso

eu em nenhum momento estou a colocar em causa o trabalho do Zeus longe de mim estou sim a por em causa já por diversas vezes termos de ser “obrigados” a interagir en inglês com os civis referente em alerta máximo vou te colocar o exemplo de ontem tinha 3 de 7 camaradas caidos um deles o capitão seguindo a linha de comando assumi eu a unidade até o SQL estar up e foi eu mesmo que de ordem que colocassem um perímetro de segurança e tudo o que entra-se nesse perímetro teria luz verde para ser eliminado 

em nenhum momento coloquei em causa as vossas ações como Zeus e acho que de todos o que menos fala sou eu e é só a minha opinião 

Eu nao estou a dizer que estas a criticar nem nada disso. Heheh

 

So estou a dizer que infelizmente nao é possível por exeplo os civis serem tao espertos ao ponto de entender isso. Ha um ou outro em que será sim o zeus a possivelmente impor uma variante nova na situação mas muitas das vezes os bots sao mesmo isso bots, estao sozinhos e por muito que se grite com eles eles nao vao fazer nada. Tem de ser com o ace e assim para eles se afastarem. 

 

Eu como ja disse antes compreendo a vossa situação e o porque de muitas vezes reagirem como reagem especialmente sobre stress de ver camarada caidos

 

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Ontem não me pareceu nada de extraordinário, o tmaster estava a "entrar" na personagem do civil, aliás ele até como civil veio ter connosco a perguntar pk é que matámos o primo.

 

Danos colaterais sempre vai haver, e nós estamos avisados que poderá haver retaliação por parte dos civis, quantos mais morrerem mais contestação vai haver contra nós, podendo mesmo em caso extremo o comando da " UNAMA" excluir-nos da missão 

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Especialidades

O problema é sempre dos portugueses mas quando os americanos quando se veem com o cu nas mãos lá vamos nós ver dos portugueses que eles entram e varrem tudo só se preocupam por fazer um bom trabalho 

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2 horas atrás, TMaster disse:

 e para a semana levar uns chocolates aoscivis 

 

Olha, olha, primeira missão como Zeus e já quer que lhe adocem a boca :lol:

 

 

2 horas atrás, 1º Cbo. Phabio disse:

Eles não falam a minha língua e por carga de água eu tenho de falar a língua deles 

 

A linguagem gestual felizmente é entendida em todo o Mundo. Um "Pára" ou "Stop" acompanhado de um gesto, é impossível não perceber em qualquer parte do Mundo.

 

 

 

 

 

As baixas civis são inevitáveis em qualquer cenário de guerra. Já lá vai o tempo das batalhas campestres ou "campais", longe das populações.

Eu próprio tenho um registo (cadastro), embora residual, de baixas civis. Foram em situações inevitáveis de civis que atravessaram a minha linha de fogo.

Quanto mais perto de um soldado estiver alguém (civil ou inimigo) mais rápido tem de ser o soldado na identificação. Em CQB são milésimas de segundo.

 

Quando em zonas urbanas, há uma linha imaginária que liga todos os soldados de uma equipa, essa linha ou área é um perímetro militar, isto é, "zona militar" e qualquer soldado tem o dever de "expulsar" elementos estranhos à equipa dentro do seu perímetro, aliás, é aconselhável que o façam. Em primeiro lugar está a segurança e integridade de cada elemento da equipa depois, estão os civis.

É legítimo, mesmo em tribunal de guerra, que um civil seja ferido ou até mesmo morto (depende da situação em si) porque entrou dentro de um perímetro militar. Claro, que existe sempre sinais de aviso (quando digo sinais, refiro-me a palavras e gestos com o objectivo de alertar o civil).

Claro que, cada caso é um caso. Se um civil se dirigir a correr para uma patrulha a gritar "Ala u akbar", é legítimo da parte do soldado abatê-lo de imediato. E muitos soldados tiveram que morrer para que este caso, hoje em dia, seja legítimo.

 

Casos em que o soldado tem milésimas de segundo para fazer a identificação e correr mal. A situação pode ser difícil. O soldado podia estar debaixo de fogo ou até mesmo a ser alvo de tiro e de repente surge um civil na esquina a três passos do soldado e este mata o civil. Não deixa de ser um erro do soldado, embora seja quase sobre-humano conseguir fazer uma identificação correcta e não disparar em fracções de segundo. Não deixa de ser um erro do soldado.

 

Maior erro se torna à medida que a distância entre o soldado e um indivíduo aumenta. Quanto maior a distância, maior o tempo de identificação. Se a distâncias curtas e em fracções de segundo o erro é do soldado, embora compreensível ou justificável, a distâncias maiores deixa de ser justificável. Nenhum soldado deve disparar a sua arma contra ninguém sem fazer primeiro a identificação do alvo. Aqui não entra o "parecia ser". Se parece que é, não se dispara até se ter a certeza. Se for preciso aproximar mais para ter a certeza, é obrigação do soldado de o fazer. Isto aplica-se não só a casos de mortes de civis como ao "friendly fire".

 

Escusado será dizer que numa situação como a de ontem (3 equipas numa cidade. A Alpha no meio e a Bravo e Charlie nos flancos), qualquer tiro da parte da Bravo ou da Charlie para a zona da Alpha deve ser feito com muita cautela e acima de tudo de tiro singular e não em rajada. Nunca se deve fazer rajadas para uma zona onde está outra equipa muito menos lançamento de granadas.

 

Se a distância é grande e apenas vêem movimento ou silhueta, mesmo que seja na área de onde o soldado levou tiro, nunca é justificável disparar sem identificar primeiro o alvo. É para isso que existem Marksman, cujas miras têm maior alcance. Se mesmo assim não é possível ter a certeza. Cada um está munido de duas pernas que as podem usar para se movimentar até onde consigam fazer uma identificação correcta.

 

Para terminar, há que ter em conta que tudo isto da perspectiva da população é tudo irrelevante. O que interessa é que um dos seus morreu e excepto os casos de bombistas suicidas, os soldados irão ter sempre o rancor da população. Independentemente de a população ser oprimida pelo inimigo, existe sempre quem se revolte contra quem disparou. Existe uma linha muito ténue que separa aqueles civis que compreendem porque é que o civil foi morto e embora seja lamentável mas não condenam o acto e depois há os outros civis que nunca levam a morte de um civil como algo justificável, quer seja de quem os oprime como de quem os tenta ajudar. Daí que o soldado deve sempre esperar que advenham consequências pela morte de um civil. Se é justo ou não, isso são outros 500.

 

 

 

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Eu para complementar o @76Jaws, na minha opinião, que se devia sempre de avisar antes de disparar, a pedir autorização para disparar, uma vez ou duas, apanhei elementos de outras equipas a olhar para elementos dos snipers, com o dedo nervoso do gatilho... 

E mais uma vez peço a toda a gente.... ( @luis (lmdt15) e @Vasco Lemos) quando não tão no jogo, metam mute no TS, que tá no jogo não precisa de tar a apanhar com esse ruido todo quando estamos a tentar comunicar uns com os outros....

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Meu caro Tenente @76Jaws

como referi no meu ultimo comentário na situação que se encontrava a Bravo tento 3 dos 7 elementos caídos onde um desses caídos seria o nosso capitão entendi por não colocar mais os meus homens em risco e dei a ordem para que tudo aquilo que entra-se se não fosse aliado que fosse abatido no momento tomei essa decisão no momento para não querer perder mais nenhum dos meus homens os civis tem família sim tudo bem os meus homens também tem família e não iria por em risco mais nenhum dos meus homens nessa situação é errado sim pode ser justificado ? talvez na situação que se encontrava a bravo acho que irias tomar talvez a mesma decisão que eu tomei referente a danos colaterais sempre vai haver de todas as detonações que foi realizada ontem será que não houve civis feridos? edifícios com a sua estrutura danificada , claro que sim sempre houve e sempre vai haver.
O nosso objetivo é ajudar em apoio referente a resistência contra o exercito Afegão , ser militar não é uma vida fácil temos que assumir culpas e erros numa guerra o ideal é evitar baixas inocentes todos sabemos que a probabilidade de isso acontecer numa guerra contra guerrilhas será de um 10% de se evitar.
Com isto não estou a justificar as baixas civis mas sim estou a justificar as ações que eu tomei mediante a situação onde eu tinha 40% da minha equipa caída, graças a deus que durante esse tempo que foi colocado o alerta máximo não se chegou nenhum civil a zona se não, não seria apenas 2 mas sim mais, caso se justifica-se a situação  

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Em 05/01/2019 at 4:30 PM, sneek disse:

 

E mais uma vez peço a toda a gente.... ( @luis (lmdt15) e @Vasco Lemos) quando não tão no jogo, metam mute no TS, que tá no jogo não precisa de tar a apanhar com esse ruido todo quando estamos a tentar comunicar uns com os outros....

 

Boas, deves estar a fazer confusão aí na pessoa, porque infelizmente e sobretudo por falta de tempo não tenho jogado Arma há mais de meio ano :D

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