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J. Gomes

Operação MINUSCA

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Pois é!😠

Agora ninguém vai conseguir aturar o @Rodriguez , com um aeroporto com o nome dele.

Lá se vai comparar ao outro, aquele que tem o nome no aeroporto do Funchal!

E depois admirem-se se nos encontrarem pelos rastos da bába, como a que deixam os caracóis...

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Informamos que a partir do treino de amanhã iremos começar a usar o Task Force novo : https://steamcommunity.com/sharedfiles/filedetails/?id=894678801

o plugin é muito fácil de instalar, de qualquer maneira quem precisar de ajuda nós vamos estar um pouco mais cedo amanhã no treino para quem precisar.

 

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  Viva a todos,

 

  Não tenho bem a certeza se é aqui que se dá a "baixa" mas como não encontrei outro lugar, fica aqui mesmo.

  Vou antecipar a minha ausência prolongando-a um pouco para além do estipulado período das férias.

  Salvo algo em contrário, não estarei presente amanhã e em todo o agosto.

 

  Grato pela vossa compreensão.

 

   Nuno Rodrigues

  

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«««««««««««««««««««««COMANDO»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

Dia 2#,

 

Excelente empenho de todos, foi uma missão difícil mas concluída com sucesso, 

como viram o caos instala-se muito facilmente, e requer treino para saber lidar com ele, o treino é fundamental mesmo 

que possa parecer chato e repetitivo é lá que limamos as arestas.

 

 

Parabéns aos novos membros @Super e @Wolf pela 1ª missão espero que tenham gostado.

 

Comando OUT até segunda!

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«««««««««««««««««««««««COMANDO»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

Dia 3#

Sexta Feira 03/08/2018

22:00H

 

Enquadramento

depois de sermos atacados por 2 vezes, iremos dar um passo para o control do terreno,

Esta será a 1º missão em que vamos sair em patrulha pelo terreno Africano.

 

Missão

Patrulha 

 

Execução

será designada uma zona para cada equipa, terão Hummvees disponíveis como viaturas de patrulha,

3 Equipas  ficarão com 3 Zonas (a designar durante a semana) em veículos de patrulha (hummvee),  ficando 2 das equipas a formar a força de reação rápida com os M113 e ficando também em prontidão para atuar em caso de perigo iminente  para qualquer equipa.

 

Equipas em Patrulha 

Alfa 1-1

Bravo 1-2

Charlie 1-1

 

Equipas em Prontidão

Bravo 1-1 (M113)

Charlie 1-2 (Heli de transporte, se houver piloto disponível)

 

BOA SORTE !

 

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Boas, 

Dado que por 2 missões seguidas de convoys terem sido interrompidas e terem ficado paradas para socorrer feridos, sugeria a inclusão de um veiculo médico, para socorro em movimento, sem por em causa o desenrolar da coluna militar.

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Especialidades

Nesta operação representamos as Nações Unidas. As Nações Unidas são uma "força" de Paz. As unidades que são enviadas para o terreno terão sempre mas sempre uma dificuldade em saber se podem ou não abrir fogo ao "inimigo". Aqui temos de definir o termo "inimigo". Inimigo nestes casos, em que tropas são enviadas para países que não o seu em missão de Paz, o "inimigo" é um conceito um pouco vago ou confuso. Implementou-se então a norma de "dispara a quem te dispara". No entanto, se existem elementos armados nas redondezas do local onde estão as tropas da ONU, cria-se uma linha muito ténue entre o "Abrir fogo" e o " Dispara a quem te dispara". Isto pela simples razão que se ficarmos apenas a observar podemos estar a comprometer a vida das nossas tropas dez minutos a seguir.

É difícil tomar a decisão de dar ordem de abrir fogo ou ficar quieto porque "não é nada connosco".

 

Deixo-vos aqui um texto, de tradução livre,  retirado de " United Nations Peacekeeping Operations - Principles and Guidelines".

 

"[...] Capítulo 3 - Principios básicos de Paz das Nações Unidas

[...] Não uso da força excepto em defesa própria ou defesa do mandato

 

O princípio do não uso da força excepto em defesa própria vem desde 1956 aquando do primeiro destacamento das forças armadas das Nações Unidas para a Paz.  A noção de defesa própria tem vindo subsequentemente a incluir resistência a tentativas por meios de força para impedir uma operação de Paz de exercer as suas ordens sob o mandato do Concelho de Segurança. As Operações de Paz das Nações Unidas não são uma ferramenta de execução. Contudo, é vastamente  entendido que têm de usar a força a nível táctico, com a autorização do Concelho de Segurança, se actuarem em defesa própria ou defesa do mandato.

 

Os ambientes em que as operações de Paz das Nações Unidas são destacadas são caracterizadas muitas vezes pela presença de milícias, gangues de criminosos e outros grupos marginais que podem procurar activamente comprometer o processo de Paz ou ser uma ameaça à população civil. Nessas situações, o Concelho de Segurança tem fornecido às operações de Paz das Nações Unidas mandatos "robustos" autorizando-os a "usar todos os meio necessários" para deter tentativas de forças que comprometam o processo politico, proteger civis sobre iminente ameaça de ataque físico, e/ou assistir as autoridades nacionais em manter a lei e a ordem. Ao pro-activamente usar o uso da força em defesa dos seus mandatos, estas operações de Paz das Nações Unidas tem tido sucesso em melhorar a segurança e criam condições a longo termo de construção de paz nos países onde são destacados.

 

Embora no terreno pode parecer similar, processo de paz robusta não deve ser confundido com força de paz, como previsto no Capítulo VII deste folheto. Processo de paz robusto envolve o uso da força ao nível táctico com a autorização do Concelho de Segurança e consentimento do país anfitrião e/ou os principais partidos do conflito. Por contraste, força de paz não requer o consentimento dos principais partidos e pode envolver o uso de forças militares a nível estratégico ou internacional, que é proibido normalmente a Estados Membros sob o Artigo 2(4) deste folheto, salvo seja autorizado pelo Concelho de Segurança.

 

 Os operações de Paz das Nações Unidas só devem usar a força como último recurso, quando outros métodos de persuasão foram esgotados, e uma operação deve sempre exercer contenção ao fazê-lo. O objectivo último do uso da força é influenciar e deter grupos (spoilers) que actuam contra o processo de Paz ou procuram prejudicar civis; e não procurar a sua derrota militar. O uso da força por parte das operações de Paz das Nações Unidas deve ser calibrado de forma precisa, proporcional e maneira apropriada, dentro do princípio do  mínimo uso da força necessário para atingir o efeito desejado, mantendo concordância com a  missão e o seu mandato. No seu uso da força, a operação de Paz das Nações Unidas devem ter sempre em mente a necessidade de uma rápida redução da violência e retorno aos meios não violentos de persuasão.

 

O uso da força pelas operações de Paz das Nações Unidas têm sempre implicações políticas e podem por vezes dar aso a circunstâncias inesperadas. Julgamentos relativos ao seu uso terá de ser feito a um nível apropriado à missão, baseado na combinação de factores incluindo as capacidades da missão; percepção pública; impacto humanitário; força de protecção; segurança das pessoas; e, mais importante, o efeito que essa acção terá no consentimento nacional e local para a missão.

 

O ROE (Rules Of Engagment) para os militares e DUF (Defensive Use of Firearms) para componentes policiais das operações de Paz das Nações Unidas clarificarão os diferentes níveis de força que podem ser usados em várias circunstâncias, como se deve usar cada nível do uso de força, e qualquer autorização que deve ser obtida pelo comando. Em ambientes voláteis e potencialmente perigosos nos quais as operações de Paz contemporâneas são muitas vezes destacadas, estas ROE e DUF devem ser suficientemente robustas de forma a assegurar que a operação de Paz das Nações Unidas mantenha a sua credibilidade e liberdade de acção para implementar o seu mandato. A liderança da missão deve assegurar que estas ROE e DUF são bem entendidas por todas as pessoas relevantes na missão e são aplicadas uniformemente.

 

[...]"

 

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Especialidades

Caros camaradas,

 

Há 3 coisas k gostava d equacionar. Na boa, e sem confusões, ok?

 

A 1ª- é que qd um operacional leva uma bisca no braço ou na perna, não têm k ir a correr ganhar protecção atrás d um rochedo ou do hummve e curarem-se. É manter a posição, e aguentar até o confronto acabar. Se somos 6,7, ou 8, basta 2 biscas em 2 ops, e mais o médico ( falo mais à frente) e ficam, menos 3 no confronto e deixam os outros agarrados. Nesse minuto k estão a curarem-se, sei lá, 2 ligaduras e uma morfina, é o suficiente para o inimigo deslocar-se 3 mts e limpar-nos d vez. Levam umas biscas, aguentam até acabar o confronto, e no fim é que sim, é chamar médico. Solidariedade. Aguenta pelo o outro.

 

A 2ª. é k os médicos não é para estarem a curar os dóis-dóis dos bébés. Não é para ficarem atrás à espera d casualidades. São operacionais, e aquando do confronto fazem o que todos devem fazer. Qd acabar o confronto, aí chegam-se à frente. Se fossemos 30, aí já seria diferente, agora no nosso caso, não. É mais um elemento a menos ao juntarem-se aos ops k têm doi-doi, ficam atrás d qualquer protecção e pedem auxiliio.

 

A 3ª. são os condutores. Se o veículo está parado, cm contactos ao redor, cm o 50 a limpar, cm os restantes ops k saíram e ganharam posição e estão no confronto, que raio está o condutor a fazer sentadinho lá dentro? lol 

 

Apenas como questões, tive a ver os videos, e isto é geral para todos e todas as equipas, mas a mim faz-me um pouco d confusão. :P 

Editado por Mr.maggoo

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