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Exército Comum Europeu - Opiniões

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Só enfiarem mais um centímetro e viramos Estados unidos da Europa... Perdemos a identidade como nação, e subjugamos-nos ao elo mais forte (Alemão/Francês).

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sinceramente e mais um exercito estagnado e perda de fundos, a UE nao tem qualquer tipo de accao em politicas externas. Faria melhor uma renovacao na Nato e um exame politico/geografico aos paises que fazem parte da mesma

Editado por FullSky

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Talvez eu esteja desactualizado... a função da NATO/OTAN não era essa, de ser um exército comum na Europa/Atlântico Norte?

Deve ser da minha PDI:blink:, mas cada vez percebo menos os senhores políticos.

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57 minutos atrás, capa disse:

Talvez eu esteja desactualizado... a função da NATO/OTAN não era essa, de ser um exército comum na Europa/Atlântico Norte?

Deve ser da minha PDI:blink:, mas cada vez percebo menos os senhores políticos.

Só um lembrete: A NATO engloba países que estão dentro e fora da UE. E não confundir Europa com União Europeia. Aquilo de que se fala é dentro da UE.

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Em 09/12/2017 at 15:17, 76Jaws disse:

Só um lembrete: A NATO engloba países que estão dentro e fora da UE. E não confundir Europa com União Europeia. Aquilo de que se fala é dentro da UE.

Agradeço o lembrete, mas se prestares atenção eu fiz referência ao Atlântico Norte, e sei que se incluem países como o Canadá ou EUA (28 países ao todo).

A questão é a de que se formos criar mais um exército europeu ficaremos com participação em dois exércitos com acção na Europa, ou não?

Os próprios exercícios Display Determination (NATO) previam que a nossa Brigada Mista Independente ficasse com a responsabilidade de defender o norte da Itália.

Caso se crie um novo exército iremos ter forças europeias com jurisdições coincidentes? 

Há que pensar nisso, diria eu, na minha ignorância saloia.

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Já agora, lançando mais uma acha para a fogueira...

Segundo os acordos Nato, se um membro for atacado, a Nato tem o dever de o defender.

O que faríamos no caso de países extra-UE, como por exemplo a Turquia, serem atacados? 

Qual seria a posição de Portugal, ao fazer parte da Nato e, simultâneamente, desse exército UE? 

Como iríamos actuar? Defenderíamos a Turquia ou nem por isso?

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17 minutos atrás, capa disse:

Já agora, lançando mais uma acha para a fogueira...

Segundo os acordos Nato, se um membro for atacado, a Nato tem o dever de o defender.

O que faríamos no caso de países extra-UE, como por exemplo a Turquia, serem atacados? 

Qual seria a posição de Portugal, ao fazer parte da Nato e, simultâneamente, desse exército UE? 

Como iríamos actuar? Defenderíamos a Turquia ou nem por isso?

Dependendo da situação existe um núcleo de deliberação e são activados os protocolos segundo o deliberado. Por definição, se estiver em conflito um país fora da UE mas dentro da NATO, são activados os protocolos da NATO. Se for um país da UE mas fora da NATO, são activados os protocolos do hipotético exército da UE. Se for um país da NATO e da UE, aí será decidido que protocolos seguir, mas penso que, em principio e dependendo da gravidade ou da grandeza do conflito, será activado primeiro o exército da UE (por envolver menos países no conflito) e só depois, caso o conflito não seja resolvido, poderá ser pedido para activar os protocolos da NATO.

 

A Turquia é um caso bicudo. Existem requisitos que um país tem de cumprir para pertencer à NATO, ou a qualquer outra organização. A Turquia se entrar em conflito, mesmo pertencendo à NATO, não seria certamente automático que os países da NATO se juntassem para a defender, porque a Turquia neste momento não obedece a certos requisitos obrigatórios para um membro da NATO. Alguns desses requisitos são os mesmos que a impedem de entrar na UE. Logo, o envolvimento da NATO num conflito com a Turquia envolveria principalmente acções de diplomacia e não de resposta armada.

 

A saber: Quando um país pertencente à NATO entra em conflito, a resposta da NATO não é automática. Existe uma sessão de deliberação e voto para aprovar o envolvimento da NATO. Normalmente, a acção diplomática é automática, mas o envolvimento armado já é deliberado e por votação.

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Especialidades

A Turquia pelo andar da carroagem vai ficar aliada aos Russos, com estes novos acordos econimicos e militares, acho que mesmo o seu estatuto na Nato devia ser estudado. Ja o exercito da UE, podera haver um, mas duvido que algum dia sera utilizado.

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