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  1. World Press

    Imprensa 24/09

    Yemen Daily da quinta-feira 24/09 Tradução: Base da ONU invadida Ontem, os rebeldes Houthi atacaram a cidade controlada pela ONU, Ma'Arat. A missão UNYOM tinha posicionado as tropas Suecas em Ma'Arat, para ajudar a mantê-la e coordenar as entradas e saídas da cidade e da base da ONU. Os Houthis lançaram um ataque surpresa à cidade que fica pouco para lá da fronteira controlada pelos Houthis, e as tropas da ONU foram rapidamente dominadas. O alto comando da ONU decidiu enviar as Forças Armadas Portuguesas para ajudar os suecos, mas, infelizmente para os jovens suecos, as tropas portuguesas não chegaram lá com a rapidez necessária. No final, apenas os cadáveres e a sensação de desespero permaneceram. As tropas suecas na cidade foram esmagadas. A assembleia nacional Sueca decretou um dia nacional de luto. (imagem: Base da ONU destruídas, com cadáveres suecos). Alto Comando da ONU preocupado O Alto Comando da ONU expressou a sua preocupação com a falta de prontidão de algumas tropas da ONU. Garantiram, por isso, aumentar a eficiência dos suplementos e aumentar a prontidão das tropas, para evitar desastres como o de Ma'Arat. Tripulação perdida a vaguear Algumas pessoas viram um veículo com a bandeira Portuguesa vagueando sozinho em território hostil. O Yemen Daily não descobriu a razão do sucedido. Abdrabbuh Mansur Hadi, comandante em chefe do Exército do Iémen, afirmou que não tinha dado nenhuma autorização especial para cruzar a fronteira, o que só pode significar que a tripulação estava perdida. Foram emboscados por tropas Houthi, mas milagrosamente conseguiram juntar-se ao resto das tropas no terreno. (imagem: Veículo usado pelas tropas portuguesas)
  2. World Press

    Imprensa 19/09

    Imprensa referente a sexta feira 18/9 saída a 19. Tradução: Comboio destruido! Um comboio com armamento de nível militar foi destruído na estrada de Al Dana - Mansoura. Tropas da ONU destruíram todo o comboio que transportava armas de Al Dana para Mansoura. De acordo com as nossas fontes, era uma rota frequente e desconhecida. O fornecimento de armas é vital para o esforço de guerra dos rebeldes, o que significa que o ataque retardou tal esforço de guerra. Ataques semelhantes foram realizados pelos Portuguesas nas cidades de Al Dana e Mansoura. A ONU estima que estes ataques, por si só, retardaram o esforço de guerra em alguns meses. Enorme depósito de armas Em Mansoura, um enorme depósito de armas foi descoberto e destruído pelo Exército Português. Alguns relatos dizem que o líder Português não sabia descrever o que estava a ver. Centenas e centenas de armas estavam nas caixas que foram posteriormente destruídas. Al Dana já não é mais um centro de armas! Como parte dos seus ataques coordenados, os portugueses fizeram uma incursão à vila de Al Dana, que servia como um centro de transportes de armas. A cidade que se torou uma fortificação dos rebeldes Houthi, foi desmantelada pelas forças Portuguesas. Depois de neutralizar os Houthis na área e depois de destruir as armas na cidade, Al Dana está novamente livre de armas, por enquanto.
  3. World Press

    Imprensa 18/9

    tradução: Refugiados recebidos em novo campo Desde os bombardeamentos de Al Quisa, as aldeias a norte das montanhas sofreram varias incursões. As pessoas andam a fugir de casa em busca de refúgio. Ontem a IDAP, em conjunto com a ONU, decidiu fazer um campo de refugiados perto de Ghriys, para acomodar qualquer pessoa em busca de refúgio da guerra. Enquanto a IDAP montava o acampamento, as forças da ONU reuniram e transportavam pessoas das cidades de Al Mayyas, Damnah e Izzra, até ao campo de refugiados. O campo já está a aceitar refugiados das três cidades, mas também de toda a região. Hospital nas redondezas disponibilizado a ajudar O hospital da cidade vizinha de AL Quisa, construído na semana passada, já está superlotado. Ele foi construído para ajudar a região e enfrenta dificuldades para atender ao fluxo de pacientes. Está a apenas um quilómetro do acampamento e por isso tem acolhido refugiados com problemas de saúde. Assassinato perto de Mansoura As tropas Portuguesas patrulhavam a área a sul de Mansoura quando fizeram uma descoberta horrível. Um carro cheio de civis mortos. O carro foi baleado centenas de vezes, pelo que podemos presumir que foi um ataque dos rebeldes Houthi. O massacre de civis é um fenómeno recorrente com estes rebeldes. Agradecemos às tropas portuguesas por ajudarem a população e, esperamos, que as pessoas sejam escoltadas para o campo de refugiados. O massacre está a ser investigado pela polícia.
  4. World Press

    Imprensa 10-11/09

    Imprensa referente à semana de 10 e 11 de Setembro Tradução: Novo hospital improvisado da IDAP Ontem o Projeto internacional de Desenvolvimento e Ajuda ( International Development and Aid Project - IDAP) construiu um hospital improvisado num prédio que sobreviveu aos bombardeamentos aéreos de Al Quisa. O médico alemão Dr. Götz Gerresheim foi encarregue de montar toda a infraestrutura de apoio imediato à população. As forças armadas Portuguesas, sob o comando das Nações Unidas, ajudaram nesta operação, escoltando o médico de Damnah até Al Quisa. Há finalmente um lugar de auxilio para os feridos. (imagem: Dr. Götz Gerresheim, coordenador do hospital da IDAP). Yemen Daily atacado! Na quinta-feira, 10 de Setembro, o Yemen Daily foi atacado por rebeldes Houthis, que invadiram a nossa sede, na tentativa de nos silenciar. Este é o sinal que o Yemen Daily é o melhor e mais imparcial jornal do Iémen. Dizemos a verdade, o que os Houthis não gostam. Estas invasões e a subsequente mudança da nossa sede, atrasaram as nossas publicações. A nossa sede foi mudada para um local anónimo. Mais um civil ferido Um civil foi ferido por um veículo da ONU enquanto fazia o seu trabalho em Al Quisa. A cidade tem sido ajudada por elementos de todo o país assim como de todo o mundo. Alguns trabalhadores da cidade vizinha de Al Tabqah estavam a ajudar na reconstrução de alguns elementos chave da infraestrutura quando um veículo com as marcas da ONU atropelaram um deles, deixando-o com ferimentos. O trabalhador teve de ser levado à pressa para o campo da IDAP, já que o hospital ainda não tinha sido estabelecido. Devemos trabalhar em conjunto para o benefício do povo de Al Quisa, por isso, instamos as tropas da ONU a estarem cientes da população civil. (imagem: Kaled Karim, trabalhador atropelado por um veículo da ONU).
  5. World Press

    Imprensa 04/09

    Imprensa referente a sexta feira 04/09 tradução: Al Quisa totalmente arrasada. Ontem à tarde, o que parecia ser uma tarde tranquila para os cidadãos de Al Quisa, transformou-se num desastre. As forças portuguesas fizeram uma incursão à cidade, por razões desconhecidas. O acesso à cidade foi bloqueado a norte, e o nosso castelo de Al Quisa tão bonito, foi usado como uma espécie de base. Os médicos da clínica privada na zona norte da cidade contaram-nos que mais um grupo de soldados portugueses entraram e sequestraram Aazim Shah. Isso levou a um contra-ataque massivo do lado dos rebeldes Houthis. Os combates foram de uma violência tal que os portugueses que controlavam o acesso norte da cidade tiveram de recuar. Pelo que o Yemen Daily pôde apurar, houve uma ordem de retirada em massa, pois civis viram o exército português fugir do local pouco antes de um enorme bombardeamento por parte da força aérea Saudita. O bombardeamento de Al Quisa deixou milhares de civis mortos, assim como muitos Houthis e forças governamentais. O Yemen Daily está de luto pelos civis que nada tiveram a ver com esta guerra e saúda os nossos rapazes que morreram em Al Quisa para a proteger. Agora há um longo caminho pela frente para reconstruir a cidade. (A cidade de Al Quisa totalmente arrasada. Uma visão horrível) Testemunhas chegam-se à frente! Ontem, o Yemen Daily noticiou o massacre do hotel de Al Nabq. Hoje conseguimos algumas testemunhas para falar connosco. Segundo eles, os homens armados não eram Houthis, eles usavam equipamento militar nunca antes visto por eles, mas não usavam qualquer emblema ou bandeira identificável. Segundo a nossa testemunha, eles dispararam indiscriminadamente contra Houthis e civis. O Yemen Daily continuará à procura de novas testemunhas e continuará a investigar o caso. (O Yemen Daily a entrevistar o gerente do hotel)
  6. World Press

    Imprensa 03/09/2020

    Imprensa de Quinta-feira 03/09/2020 Tradução: Esta noite houve um massacre num hotel perto de Al Nabq. Um grupo de pessoas armadas invadiu o hotel em Al Nabq e começaram a matar pessoas indicriminadamente. Pode-se pensar que é a típica operação dos Houthis, mas essa é a parte peculiar, muitos Houthis foram mortos no ataque. O governo negou qualquer envolvimento, dizendo que a morte de civis é um crime no qual nunca incorreria. Aliados do governo, os sauditas foram os primeiros a negar qualquer envolvimento. Todos os países da missão UNYOM negaram ter algo a ver com isso, reiterando que são uma missão das Nações Unidas e, portanto, uma missão de manutenção de paz. (Corpos amontoam-se no Hotel de Al Nabq. Um mistério da nossa guerra) O governo Iemenita solicitou uma reunião com as Forças Armadas Portuguesas para lidar com as tensões criadas em torno da detenção ilegal de Adil Alam no aeródromo de Al Vegh. Os aeródromos do Iémen são de importância vital pois a maior parte das nossas ajudas humanitárias e do nosso comércio é conduzida por meios aéreos. O governo Iemenita pede aos Portugueses que sejam cuidadosos no tratamento de setores estratégicos. A IDAP chegou à aldeia de Naba Albaker para mais uma das suas missões de ajuda humanitária. O projeto apoiado pela ONU foi auxiliado pelas tropas Portuguesas que ajudaram na entrega das caixas e da defesa da área. O lado norte da aldeia estava a ser patrulhado por insurgentes Houthi e pequenos confrontos sucederam-se. Na cidade vizinha de Al Quisa também ocorreram algumas escaramuças com poucas vítimas. Foram provavelmente incursões Houthis em território governamental. (IDAP a ajudar a população)
  7. World Press

    Imprensa 29/08/2020

    Yemen Daily acabado de sair: Tradução: Operações Mortais Ontem à noite, testemunhámos uma das operações mais mortíferas das forças do Enviado Especial (OSESGY) da missão UNYOM. Segundo o direito internacional, os enviados especiais estão autorizados a realizar operações de cariz ofensivo em nome das Nações Unidas. Durante a noite de 28 de Agosto, houve um total de quatro cidades sofreram incursões pelas forças Portuguesas. A aldeia a sul de Al Vegh, Bargah, Qiytah e Barhdia sofreram todas incursões por parte das Forças Portuguesas. Todos, exceto Bargah, tinham insurgentes Houthis. O número de mortos foi bastante elevado, como é de esperar com este tipo de operações. Houve algumas baixas portuguesas e uma infinidade de mortes Houthis espalhados. Força Aérea ao resgate! O Yemen Daily garantiu uma breve entrevista com o Tenente Blackjagg que confirmou que o sucesso das operações da noite passada residiu na eficiência da Força Aérea Portuguesa. Com um trabalho incrível de reconhecimento, apoio aéreo e prontidão no transporte, é certamente graças a eles que não houve mais baixas Portuguesas. Rangers Portugueses em perigo A aldeia a sul de Al Vegh foi assaltada por um pelotão de Rangers Portugueses. Após um ataque inicial, os reforços Houthis cruzaram a fronteira de Bakhdia e passaram pela cidade de Dayr Hafir para chegar aos Rangers. Felizmente para eles, a Força Aérea estava por perto e prestaram um constante auxilio enquanto estes estavam a ser sobrecarregados e imobilizados. Percebendo os seus erros, os Portugueses correram para Bakhdia para evitar mais reforços.
  8. Saiu mais uma edição do Yemen Daily Tradução: Detenção Ilegal Ontem, um aeródromo foi alvo de uma incursão pelas Forças Armadas Portuguesas. O aeródromo de Al Vegh era suspeito de ser um centro de abastecimento de Houthis. De facto, há relatos de munições prontas a serem enviadas para posições Houthis que foram prontamente destruídas pelos Portugueses. Duas detenções foram feitas durante a operação, mas uma delas foi absolutamente ilegal. Adil Alam, um trabalhador no aeródromo foi posto sob custódia dos militares Portugueses sem motivo aparente. "Eu tentei avisá-los, e eles ainda me prenderam. O quê que eles estão cá a fazer no nosso país afinal?" disse Adil Alam. Isto levanta a questão: estará a ONU a intrometer-se demasiado nos assuntos internos? (Adil Alam, 32, detido ilegalmente por fazer o seu trabalho) Avião caiu em Al Vegh Um voo a partir de Al Vegh caiu numa montanha próxima, pouco tempo depois dos Portugueses deixarem o local. Aparentemente, era um voo de instrução. Infelizmente, os dois passageiros morreram com o impacto. Poderia a aeronave ter sido danificada pela incursão sucedida? Esta é uma pergunta a ser respondida pela autoridade nacional de aviação. Soldado salva equipa inteira no ar Um soldado do exército português salvou a equipa toda ao pilotar o helicóptero. De acordo com as fontes, o piloto teve um problema médico em voo. Quando o piloto desmaiou, o soldado assumiu o comando da aeronave e voou de volta para a base perto deo Al-Raayan. Mais uma situação estranha mas impressionante vinda das forças armadas portuguesas (Lynx, o helicóptero pilotado pelo soldado heróico).
  9. World Press

    Yemen Daily 22/08/2020

    Saiu a edição do Yemen Daily de sexta feira 22/08/2020 Tradução: Massacre Aéreo Os campos de petróleo de Karemlesh foram mais uma vez palco de um massacre brutal. No dia anterior, a força aérea Saudita tinha lançado um ataque aéreo na área resultando na perda da vida de 30 civis. Hoje, a força aérea Portuguesa lançou um ataque aéreo nos campos de petróleo que, não só custou a vida a dezenas de civis, mas teve um efeito devastador na área, tendo destruído múltiplos edifícios. Os campos de petróleo estão inutilizáveis. É um rude golpe para a economia local e nacional. O Governo Iemenita pediu justificações sobre o massacre à UNYOM e ao Comando Português. É um dia triste para os Iémen e para os esforços de Cooperação Internacional. Confusão no tiroteio Alguns contactos foram feitos em Al Khidir e o exército Iemenita. Na confusão da batalha por Al Khidir, um Humvee Iemenita foi baleado pelas forças Portuguesas. O passageiro, Tenente Naseem Ahmed, foi ferido e transportado para o Hospital de campanha mais próximo e é esperado uma recuperação total. Luta custosa em Karemlesh (Luta custosa em Karemlesh viu baixas pesadas de ambos os lados) Ocorreram combates árduos em Karemlesh, quando os portugueses entraram na cidade de Karemlesh apoiados pelo exército Iemenita. O ataque produziu baixas mínimas no lado civil, mas a presença Houthi foi destruída no ataque. O lado Português também sofreu baixas pesadas com um veículo da ONU abatido e um esquadrão despedaçado.
  10. Boas noites, acabadinho de sair da edição Tradução: Jornalista desaparecido perto de Al Furqus Um repórter dos repórteres sem fronteiras foi dado como desaparecido em Al Furqus, perto do complexo de ajuda humanitária da ONU. Foi despachado para noticiar a missão humanitária da UNYOM e foi visto pela última vez a caminho do complexo onde se encontravam as forças armadas Portuguesas. O Yemen Daily pede a todos os que possam saber algo sobre o seu paradeiro que entrem em contacto com as autoridades locais. Ataques aéreos Sauditas Enquanto os Houthis tentavam atacar as reservas de petróleo situadas em Karemlesh, a força aérea Saudita conduziu uma série de ataques aéreos na região. As baixas Houthis foram mínimas, enquanto as civis foram pesadas. Há relatos de 30 civis mortos e centenas de feridos, 5 Houthis foram mortos e 20 ficaram feridos. A IDAP agradece aos Portugueses As forças armadas Portuguesas ajudaram a IDAP no esforço de ajuda humanitária. As forças armadas Portugueses têm vindo a ajudar a IDAP no esforço de ajuda humanitária. Enquanto a IDAP distribuía rações humanitárias, as forças Portuguesas ficaram responsáveis por manter as áreas seguras, tanto para os civis como para os trabalhadores da IDAP. Aqui no Yemen Daily nós apreciamos sempre as Forças Armadas Portuguesas.
  11. Boa noite, Sairam hoje noticias da missão da Armalusa vista pelo jornal do Yemen. Segue por baixo a tradução tradução: "Manutenção da paz à Portuguesa?" A missão das Nações Unidas chegou ao Iémen e já se começaram a sentir os efeitos. No primeiro dia da missão de manutenção da paz, as forças Portuguesas entraram num tiroteio com os rebeldes Houthis. O exército que foi enviado como uma força de manutenção de paz aterrou na ponta sul do Iémen. Ocuparam um complexo para se servirem como base de operações avançada. Um civil que tentava chegar a casa em Al-Raayan foi morto a tiro pelo exército Português sem motivo aparente, e como se não bastasse, deixaram o corpo ao ar livre. Isso levanta a questão: estarão os Portugueses cá para nos ajudar? ou seremos apenas um campo de tiro? (legenda da foto: Harbi al-Himyari, 20 anos, assassinado impiedosamente pelas forças armadas Portuguesas) "Rebeldes Houthis queimam os corpos" Os rebeldes Houthis foram vistos a disparar em civis e a queimar os corpos. A imagem dos civis a serem queimados tornou-se viral e já recebeu condenação da comunidade internacional. O governo Iemenita prometeu esmagar a rebelião e levar cada um deles à justiça. (legenda da foto: civis a serem queimados em Al Furqus
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