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76Jaws

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    Masculino
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    São Marcos, Agualva-Cacém

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1.604 visualizações
  1. 76Jaws

    Orientação e Cartografia

    Confere. Esse teste ainda é feito nas formações. Temos dois tipos: um nas montanhas e outro (Tier 1) no deserto.
  2. 76Jaws

    Airsoft - Op. Walk in the Park

    Mais uma resma de fotos do evento. Prometo que para a próxima não levo uma máquina com 11 anos mas sim uma recente. https://drive.google.com/open?id=0BxVVC3cZdkvWaHltbVhGQTlNeGM
  3. 76Jaws

    Oooops

    Wtf?
  4. 76Jaws

    Mostra-me a tua Máquina !

    Esperava algo mais Oriental
  5. 76Jaws

    Operação UNAMA

    Olha, olha, primeira missão como Zeus e já quer que lhe adocem a boca A linguagem gestual felizmente é entendida em todo o Mundo. Um "Pára" ou "Stop" acompanhado de um gesto, é impossível não perceber em qualquer parte do Mundo. As baixas civis são inevitáveis em qualquer cenário de guerra. Já lá vai o tempo das batalhas campestres ou "campais", longe das populações. Eu próprio tenho um registo (cadastro), embora residual, de baixas civis. Foram em situações inevitáveis de civis que atravessaram a minha linha de fogo. Quanto mais perto de um soldado estiver alguém (civil ou inimigo) mais rápido tem de ser o soldado na identificação. Em CQB são milésimas de segundo. Quando em zonas urbanas, há uma linha imaginária que liga todos os soldados de uma equipa, essa linha ou área é um perímetro militar, isto é, "zona militar" e qualquer soldado tem o dever de "expulsar" elementos estranhos à equipa dentro do seu perímetro, aliás, é aconselhável que o façam. Em primeiro lugar está a segurança e integridade de cada elemento da equipa depois, estão os civis. É legítimo, mesmo em tribunal de guerra, que um civil seja ferido ou até mesmo morto (depende da situação em si) porque entrou dentro de um perímetro militar. Claro, que existe sempre sinais de aviso (quando digo sinais, refiro-me a palavras e gestos com o objectivo de alertar o civil). Claro que, cada caso é um caso. Se um civil se dirigir a correr para uma patrulha a gritar "Ala u akbar", é legítimo da parte do soldado abatê-lo de imediato. E muitos soldados tiveram que morrer para que este caso, hoje em dia, seja legítimo. Casos em que o soldado tem milésimas de segundo para fazer a identificação e correr mal. A situação pode ser difícil. O soldado podia estar debaixo de fogo ou até mesmo a ser alvo de tiro e de repente surge um civil na esquina a três passos do soldado e este mata o civil. Não deixa de ser um erro do soldado, embora seja quase sobre-humano conseguir fazer uma identificação correcta e não disparar em fracções de segundo. Não deixa de ser um erro do soldado. Maior erro se torna à medida que a distância entre o soldado e um indivíduo aumenta. Quanto maior a distância, maior o tempo de identificação. Se a distâncias curtas e em fracções de segundo o erro é do soldado, embora compreensível ou justificável, a distâncias maiores deixa de ser justificável. Nenhum soldado deve disparar a sua arma contra ninguém sem fazer primeiro a identificação do alvo. Aqui não entra o "parecia ser". Se parece que é, não se dispara até se ter a certeza. Se for preciso aproximar mais para ter a certeza, é obrigação do soldado de o fazer. Isto aplica-se não só a casos de mortes de civis como ao "friendly fire". Escusado será dizer que numa situação como a de ontem (3 equipas numa cidade. A Alpha no meio e a Bravo e Charlie nos flancos), qualquer tiro da parte da Bravo ou da Charlie para a zona da Alpha deve ser feito com muita cautela e acima de tudo de tiro singular e não em rajada. Nunca se deve fazer rajadas para uma zona onde está outra equipa muito menos lançamento de granadas. Se a distância é grande e apenas vêem movimento ou silhueta, mesmo que seja na área de onde o soldado levou tiro, nunca é justificável disparar sem identificar primeiro o alvo. É para isso que existem Marksman, cujas miras têm maior alcance. Se mesmo assim não é possível ter a certeza. Cada um está munido de duas pernas que as podem usar para se movimentar até onde consigam fazer uma identificação correcta. Para terminar, há que ter em conta que tudo isto da perspectiva da população é tudo irrelevante. O que interessa é que um dos seus morreu e excepto os casos de bombistas suicidas, os soldados irão ter sempre o rancor da população. Independentemente de a população ser oprimida pelo inimigo, existe sempre quem se revolte contra quem disparou. Existe uma linha muito ténue que separa aqueles civis que compreendem porque é que o civil foi morto e embora seja lamentável mas não condenam o acto e depois há os outros civis que nunca levam a morte de um civil como algo justificável, quer seja de quem os oprime como de quem os tenta ajudar. Daí que o soldado deve sempre esperar que advenham consequências pela morte de um civil. Se é justo ou não, isso são outros 500.
  6. 76Jaws

    Operação UNAMA

    Mania da perseguição? Eu? Deves ter confundido os textos entre os posts. Porque está completamente fora de contexto. Nem deve ser a mim que te referes. Sobre os dados: Eu referi-me às conversas da treta? Eu referi-me à palavra castigo? Não. Eu explicitamente citei a frase a que te referias. Se não sabes ler tu, está numa boa altura de te dares a esse trabalho antes de fazer comentários.
  7. 76Jaws

    Operação UNAMA

    Quando há hora de saída é informada aos SL's ou TL's. Se os mesmos não passam informação algo está mal. Aqui ninguém lança os dados
  8. 76Jaws

    CENAS

    Se beber, não treine. Alguém está a ver o SaLaZaR em duplicado
  9. 76Jaws

    Operação UNAMA

    @sneek, o driver e o gunner do Vitor 1 foram abatidos de imediato. Só havia patrulhas inimigas a pé e uma 50.cal estática. Depois do desembarque é que veio a BTR. As AA's só deram sinal de vida já depois da BTR ter sido desactivada. Com o primeiro veículo parado, o último (meu) danificado pela AA, não havia muito a fazer. A ordem de desembarque foi correcta. O que pode ter falhado foi as tropas a pé ficarem junto dos veículos, assim como fazer trincheiras ao lado dos veículos.
  10. 76Jaws

    76Jaws

    Estou de volta ao activo. Demorou um pouco pq o transporte disponível não foi o melhor.
  11. 76Jaws

    Operação UNAMA

    A título informativo relato o sucedido mas antes de mais esclareço que o Comunicado não se referia a uma situação específica do que se passou. Embora o Eaglesnuke tenha feito essa ligação. A Alfa e a Charlie tinham como missão transportar 7 indivíduos para a prisão, com os veículos disponíveis na FOB e depois dar apoio à Bravo na povoação a ESTE. Enquanto se planeava a missão, um indivíduo que foi identificado inicialmente como civil, parou o carro na estrada e "plantou" uma IED com controlo remoto. Foi dada a ordem para abater o indivíduo. Quando recebi essa informação reparei que essa IED estava localizada na estrada que estava planeada ser o percurso para o prisão. Falei com o meu 2nd e Engenheiro sobre a situação e acabei por decidir alterar o percurso para evitar a aproximação à IED, isto tendo em conta que o IED tinha controlo remoto e nada me garantia que esse controlo não estaria na mão de outro que não o que "plantou" e por isso poderia estar a colocar em risco a integridade do meu engenheiro e iria atrasar a missão de entrega dos prisioneiros e posterior apoio à Bravo. A Alfa e Charlie saíram em Convoy da FOB com os 7 prisioneiros. Fomos alvo de tentativa de emboscada perto da prisão mas a missão foi bem sucedida. A Alfa depois foi dar o apoio à Bravo enquanto a Charlie recebeu ordens para ir verificar uma fortificação mas a Nordeste da posição da Bravo. No dia seguinte surgiu a publicação feita acima pelo Kerozen, que a IED que foi deixada para trás acabou por matar 4 civis.
  12. 76Jaws

    Operação UNAMA

    O mau não é o ladrão é o polícia que não o apanhou. O mau não é quem matou é quem deixou matar. O mau não é quem pôs o explosivo é quem não o desactivou. Como diria o Fernando Pessa: E esta hein?
  13. 76Jaws

    20181118002450_1

    Não foi dentro, foi em cima.
  14. 76Jaws

    Lisboa Games Week

    Espero à anos pelo FantasPorto em Lisboa

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