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76Jaws

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Sobre 76Jaws

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    Avançado
  • Data de Nascimento 12/12/1976

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    Masculino
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    São Marcos, Agualva-Cacém

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1.092 visualizações
  1. 76Jaws

    Operação MINUSCA

    Seria possível resolver ou contornar o problema de não poder fazer "revive" dentro dos veículos devido ao bug "queda-livre"? Em momentos chave, como ontem, é crucial não perder tempo no mesmo sítio para levantar uma pessoa.
  2. 76Jaws

    Operação MINUSCA

    Sendo que esta missão vai requerer um trabalho de coordenação próxima entre equipas: É possível questionar os assessores do Presidente sobre o local do Palácio Presidencial? A chegada do Presidente é num Aeroporto? Qual? Não? Onde?
  3. 76Jaws

    Treino 13/08/2018 - Resgate HVT

    @Sentry 1º - Eu não disse que era um Bug. Eu disse "É como usares um BUG para proveito próprio e vantagem no jogo". 2º - Eu mencionei os pinheiros grandes, em resposta ao que me disseram, que foi "Se dá para derrubar por que não o fazert?". Não tires as coisas do contexto. 3º - Derrubar muros para abrir caminho com Humvee é tudo menos SIMULAÇÃO MILITAR. Não vale a pena insistires nesse ponto porque não tens razão nem aqui nem em lado nenhum. Não é preciso avisar para não fazer aquilo que é de senso-comum não o fazer. 4º - Acredita que se eu der tiro certeiro sempre vão todos aziar e demorar 3 horas para acabar uma missão. E no fim vão perguntar novamente qual foi a moral da história. Os tiros ao lado são de aviso para vocês perceberem que algo está mal. Normalmente é a vossa cobertura. Toda a gente que fez de Zeus sabe disto e é verdade.
  4. 76Jaws

    Treino 13/08/2018 - Resgate HVT

    Publico aqui algumas notas sobre o treino de resgate de HVT. Serve as mesmas para corrigir erros. Perguntaram no final no treino qual tinha sido a moral da história. Passo a explicar: - Primeiros contactos neutralizados (1 Technical e 4 infantarias), um dos carros ficou danificado e um ferido por tratar. Enquanto o engenheiro repara o carro o ferido é transportado a uma distância de 50 metros em campo aberto. Moral da história: Feridos devem ser transportados em segurança. Se não houver alternativa a transportá-lo ao ombro em campo aberto a uma distância longa, deve ter cobertura de alguém. https://streamable.com/oet81 - Granadas de fumo servem para ofuscar o inimigo sobre a nossa posição para poder-mos reposicionar e tentar obrigar a um cessar-fogo temporário. Moral da história: Granadas de fumo NÃO serve para CEGAR a própria equipa. https://streamable.com/80fpc - Situações de Pin Down acontecem quando não há alternativa de movimentação por ser um risco de vida. Claramente não era o caso. Moral da história: Saber avaliar a situação correctamente e procurar alternativas. https://streamable.com/df2qz - Ataque à base inimiga faz-se a progressão em campo aberto directamente à entrada da base. Mortal da história: Avaliar o objectivo. Verificar entradas e saídas. Escolher a melhor forma de atacar com segurança e não na única entrada em campo aberto. https://streamable.com/j5kaz https://streamable.com/8ajuu - Já dentro da base são fustigados por um sniper. Se o sniper dispara é porque vos está a ver. Se vos está a ver devem procurar sair da posição onde estão e procurar melhor cobertura. O que se vê claramente é que sabendo que estão a receber tiro, ficam onde estão à procura da origem do tiro. Moral da história: Se forem alvo de inimigo procurar cobertura e só depois tentar perceber onde se encontra o inimigo. https://streamable.com/5zd0t Segunda situação igual https://streamable.com/kwalg - Ainda dentro da Base inimiga, com contactos a 180º ( tinham muro nas costas), tinham vários elementos a cobrir o mesmo sector. Moral da história: Dentro de espaço inimigo GARANTIR cobertura 360º. https://streamable.com/g9rdp - Verificam que as estradas que dão acesso à zona do HVT têm barricadas que impede o acesso de carro. Decidem abrir caminho deitando muros abaixo com um veículo. Vão contra uma H-Barrier e danificam o veículo. Moral da história: Com estradas barricadas faz-se a progressão a pé. Nem se culpa o GM pela nossa teimosia. A H-Barrier foi colocada no momento mas não foi em cima de players. Foi colocada e só depois de ela estar em frente dos players, decidiram teimar e atiraram o carro contra ela. Derrubar UM MURO porque estão sobre fogo e procuram cobertura, é uma coisa. Derrubar UM MURO para abrir passagem estando o objectivo a 1 km, é uma coisa. Derrubar VÁRIOS MUROS para abrir passagem numa base inimiga com o objectivo a 100 mts é tudo menos milsim. https://streamable.com/6tc8z - O avanço é feito sem grande coordenação. O pointman (TL) cai. O segundo o homem retira o ferido para uma zona comprometida. Moral da história: Retirada de feridos é sempre feita para zona já limpa. Nunca retirar um ferido para local não "vistoriado". Retirar é para trás por onde se veio. https://streamable.com/h3ryd - Um ferido na estrada. 3 elementos na área e nenhum deles consegue perceber que está um player estendido no chão. Médico e RTO a fazerem de pointman. Dois inimigos no telhado e passaram 10 minutos a tentar perceber de onde vinha o tiro. Moral da História: Ter atenção ao que vos rodeia quando sabem que alguém está inconsciente e não sabem a posição exacta do mesmo. Moral da História II: Médico e RTO não são "pointman" Moral da História III: Feridos não são socorridos no meio da estrada. https://streamable.com/9hcpi - Com o HVT "nas mãos", toca a retirar da zona. Formação diamante com protecção 360º do HVT mas ninguém está a olhar para ESTE. O primeiro que aparece na mira do inimigo é...o HVT. Moral da história: Formação diamante é cobertura 360º, significando isto que cada elemento tem que cobrir um sector e não todos a correr para a frente e a olhar para a frente. O HVT vai no meio e nunca é o gajo que sai à frente. https://streamable.com/l7zp8 - Ao retirar o HVT, chegaram aos veículos e demoraram tanto tempo que um AI que estava no fundo da base teve tempo de chegar perto e abrir fogo. Moral da história: A retirada do HVT é programada para demorar menos de 1 minuto. É das execuções mais rápidas que se deve fazer. Demoraram uma "eternidade" para entrar nos veículos e sair da zona de perigo. https://streamable.com/s99gl Alguma dúvida sobre qual foi a moral da história?
  5. 76Jaws

    SERVIDOR 1 - Antistasi

    A localização da Base por defeito (a inicial) é sempre num local seguro. Quando mudam a localização é que devem ter atenção a: - Distância a posições inimigas. Recomendável a 3 ou 4km; - Estradas sem fim não são patrulhadas por AI's; - Não disparar nada na base porque vai chamar o inimigo. Os AI's reagem aos disparos e vão procurar. Cheira-me que a causa de o Petros morrer foi o último ponto.
  6. 76Jaws

    Operação MINUSCA

    São comandos com falta de pilhas
  7. 76Jaws

    Operação MINUSCA

    Dos 3 pontos, há dois que não são de resposta preto no branco. 1 - Eu como TL muitas vezes faço isso. Levo tiro e continuo a responder. No entanto, sou da opinião que TL, médico e RTO devem sempre se resguardar e proteger. Quando digo "proteger" não significa que não respondam a fogo inimigo, significa proteger-se a si de ficar desabilitado. Por norma deveriam aplicar bandage se levarem tiro, nem que seja de raspão. São posições chave numa Squad e não podem/devem comprometer todos os outros se ficarem inconscientes. Muitas vezes acontece que o "tiro de raspão" deixa-me "manco" e aí perco completamente a mobilidade como operacional. Se estou numa boa posição, fico e continuo a responder ao tiro, senão, procuro melhor cobertura (mesmo manco) e curo-me para voltar a estar operacional ou então tenho que me curar no local onde estou e depois procurar posição melhor. 2 - Sim, o médico também é operacional que não deve correr riscos. E sim, deve manter uma posição mais recuada. No entanto, nenhuma das duas afirmações anteriores o impedem ou permitem que ele não responda ao inimigo da mesma forma que os outros. 3 - Depende das circunstâncias. Posso ter o carro numa posição defensiva com o gunner a cobrir determinado sector e aí sim, o driver deve sair e é um operacional como os outros. Quando o veículo está em movimento e por alguma razão é obrigado a parar por contacto com o inimigo, não deve sair do veículo ou quanto muito sai mas fica à porta, porque a paragem é breve ou pode ser necessário deslocar rapidamente o veículo. Se a paragem se prolongar, por exemplo para por razões de logística, em que o seu veículo não irá abandonar a posição actual, aí o driver pode sair não se afastando do veículo. Se o veículo for em assalto a uma posição inimiga, também não deve sair porque tem de servir de "rodas" ao gunner para este ir-se posicionando consoante a movimentação do inimigo. Num Pandur, tens o driver a sair do veículo? Num tanque, tens o driver a sair do veículo? Num M113 tens o driver a sair do veículo? Se nestes veículos normalmente o driver e gunner saiem quando se chega a uma "base" ou o veículo não será mais usado, porque é que no Hummvee que tem uma cal .50 é diferente? No entanto, no Hummvee o driver já pode sair e entrar dependendo das circunstâncias.
  8. 76Jaws

    Operação MINUSCA

    Nesta operação representamos as Nações Unidas. As Nações Unidas são uma "força" de Paz. As unidades que são enviadas para o terreno terão sempre mas sempre uma dificuldade em saber se podem ou não abrir fogo ao "inimigo". Aqui temos de definir o termo "inimigo". Inimigo nestes casos, em que tropas são enviadas para países que não o seu em missão de Paz, o "inimigo" é um conceito um pouco vago ou confuso. Implementou-se então a norma de "dispara a quem te dispara". No entanto, se existem elementos armados nas redondezas do local onde estão as tropas da ONU, cria-se uma linha muito ténue entre o "Abrir fogo" e o " Dispara a quem te dispara". Isto pela simples razão que se ficarmos apenas a observar podemos estar a comprometer a vida das nossas tropas dez minutos a seguir. É difícil tomar a decisão de dar ordem de abrir fogo ou ficar quieto porque "não é nada connosco". Deixo-vos aqui um texto, de tradução livre, retirado de " United Nations Peacekeeping Operations - Principles and Guidelines". "[...] Capítulo 3 - Principios básicos de Paz das Nações Unidas [...] Não uso da força excepto em defesa própria ou defesa do mandato O princípio do não uso da força excepto em defesa própria vem desde 1956 aquando do primeiro destacamento das forças armadas das Nações Unidas para a Paz. A noção de defesa própria tem vindo subsequentemente a incluir resistência a tentativas por meios de força para impedir uma operação de Paz de exercer as suas ordens sob o mandato do Concelho de Segurança. As Operações de Paz das Nações Unidas não são uma ferramenta de execução. Contudo, é vastamente entendido que têm de usar a força a nível táctico, com a autorização do Concelho de Segurança, se actuarem em defesa própria ou defesa do mandato. Os ambientes em que as operações de Paz das Nações Unidas são destacadas são caracterizadas muitas vezes pela presença de milícias, gangues de criminosos e outros grupos marginais que podem procurar activamente comprometer o processo de Paz ou ser uma ameaça à população civil. Nessas situações, o Concelho de Segurança tem fornecido às operações de Paz das Nações Unidas mandatos "robustos" autorizando-os a "usar todos os meio necessários" para deter tentativas de forças que comprometam o processo politico, proteger civis sobre iminente ameaça de ataque físico, e/ou assistir as autoridades nacionais em manter a lei e a ordem. Ao pro-activamente usar o uso da força em defesa dos seus mandatos, estas operações de Paz das Nações Unidas tem tido sucesso em melhorar a segurança e criam condições a longo termo de construção de paz nos países onde são destacados. Embora no terreno pode parecer similar, processo de paz robusta não deve ser confundido com força de paz, como previsto no Capítulo VII deste folheto. Processo de paz robusto envolve o uso da força ao nível táctico com a autorização do Concelho de Segurança e consentimento do país anfitrião e/ou os principais partidos do conflito. Por contraste, força de paz não requer o consentimento dos principais partidos e pode envolver o uso de forças militares a nível estratégico ou internacional, que é proibido normalmente a Estados Membros sob o Artigo 2(4) deste folheto, salvo seja autorizado pelo Concelho de Segurança. Os operações de Paz das Nações Unidas só devem usar a força como último recurso, quando outros métodos de persuasão foram esgotados, e uma operação deve sempre exercer contenção ao fazê-lo. O objectivo último do uso da força é influenciar e deter grupos (spoilers) que actuam contra o processo de Paz ou procuram prejudicar civis; e não procurar a sua derrota militar. O uso da força por parte das operações de Paz das Nações Unidas deve ser calibrado de forma precisa, proporcional e maneira apropriada, dentro do princípio do mínimo uso da força necessário para atingir o efeito desejado, mantendo concordância com a missão e o seu mandato. No seu uso da força, a operação de Paz das Nações Unidas devem ter sempre em mente a necessidade de uma rápida redução da violência e retorno aos meios não violentos de persuasão. O uso da força pelas operações de Paz das Nações Unidas têm sempre implicações políticas e podem por vezes dar aso a circunstâncias inesperadas. Julgamentos relativos ao seu uso terá de ser feito a um nível apropriado à missão, baseado na combinação de factores incluindo as capacidades da missão; percepção pública; impacto humanitário; força de protecção; segurança das pessoas; e, mais importante, o efeito que essa acção terá no consentimento nacional e local para a missão. O ROE (Rules Of Engagment) para os militares e DUF (Defensive Use of Firearms) para componentes policiais das operações de Paz das Nações Unidas clarificarão os diferentes níveis de força que podem ser usados em várias circunstâncias, como se deve usar cada nível do uso de força, e qualquer autorização que deve ser obtida pelo comando. Em ambientes voláteis e potencialmente perigosos nos quais as operações de Paz contemporâneas são muitas vezes destacadas, estas ROE e DUF devem ser suficientemente robustas de forma a assegurar que a operação de Paz das Nações Unidas mantenha a sua credibilidade e liberdade de acção para implementar o seu mandato. A liderança da missão deve assegurar que estas ROE e DUF são bem entendidas por todas as pessoas relevantes na missão e são aplicadas uniformemente. [...]"
  9. 76Jaws

    Operação MINUSCA

    A seu tempo tudo será explicado e clarificado
  10. 76Jaws

    Operação MINUSCA

    Porque o "ditador" acima escreveu comigo o manual do curso de especialidade de RTO e é quem vai dar esse curso e ainda é formador dos recrutas da Armalusa. Olha!!! Eu também!!!
  11. Nome: Armalusa-The Next Level Categoria: Promocionais armalusa Data: 2018-07-19 Publicado por: TMaster Armalusa-The Next Level
  12. 76Jaws

    Video Publicado: Iraqi Meth

    Nome: Iraqi Meth Categoria: Arma 3 Data: 2018-07-12 Publicado por: 76Jaws Iraqui_Metal.mp4 Iraqi Meth
  13. 76Jaws

    Iraqi Meth

    Iraqui_Metal.mp4
  14. 76Jaws

    Já que estás aí....

    Enquanto se espera pelo formando

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