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  1. 6 points
    SaLaZaR

    Op. UNYOM

    Durante a revolução Iemenita em 2011, influenciada pela primavera Árabe, o Iémen vê-se mergulhado num conflito político que opõe de um lado, Ali Abdullah Saleh, presidente do Iémen, e do outro, Abdul-Malik al Houthi, líder do grupo Houthi, que apoia os revolucionários. Ao mesmo tempo que as tensões aumentam no Iémen, a Arábia Saudita, sendo o membro mais influente do Concelho de Cooperação do Golfo, orientou as negociações que culminaram com a saída de Abdullah Saleh do poder. O CCG instalou subsequentemente, um novo governo no Iémen, liderado por Abd-Rabbu Mansour Hadi, o então vice-presidente. Sob a liderança de Hadi, o Iémen continuou a sua espiral descendente, deixando na população a angustiante impressão de que o CCG voltara a instalar a mesma velha elite cuja revolução tentara afastar. Em 2014 os Houthis, que se diziam marginalizados, rebelaram-se contra o governo mais uma vez. Desta vez, os Houthis juntaram-se com o antigo inimigo, Saleh, e tomaram conta da Capital Sanaa, forçando o presidente Hadi a fugir para a Arábia Saudita. A Arábia Saudita, determinada em voltar a colocar o presidente que tinham escolhido, forma uma coligação para tal, e para combater a influência crescente do Irão na área. Em 2015, a coligação Saudita criou um cerco à volta do Iémen, impossibilitando qualquer tipo de ajuda humanitária à população, como forma de pressionar os dirigentes das diferentes fações. Em 2017 a aliança de Houthis e o antigo presidente Saleh foi quebrada pelo mesmo, sendo este assassinado dois dias depois. O Irão, sendo Chiita, apoia o grupo dos Houthis, e apesar das acusações de fornecimento de material bélico por parte da Coligação Saudita, o Irão nega quaisquer alegações. Coincidentemente, a coligação Saudita é acusada de crimes de guerra por bombardear de forma constante, escolas e hospitais civis. O conflito no Iémen é portanto um conflito por procuração (Proxy War), onde duas potências apoiam fações opostas no conflito para solidificar as suas próprias influências na região. A guerra civil no Iémen atraiu uma imensa atenção da comunidade internacional, sendo já considerado o maior desastre humanitário da História. Num país com uma população de 29 Milhões, a ONU estima que 24 Milhões dependem de ajuda humanitária para sobreviver. Missão de Portugal e da Armalusa Em 2019, a ONU cria a UNYOM (Missão de Observação no Iémen das Nações Unidas), para que se quebre o cerco montado pela Arábia Saudita, e para que se possa levar ajuda humanitária à população local. Portugal, a Suécia e a República Democrática do Congo são chamados a fazer parte da missão. Portugal vai na qualidade de Special Envoy. O Special Envoy (OSESGY), ao contrário das missões dos capacetes azuis, permite-lhes alguma pro-atividade. Não é limitado à resposta ao fogo, mas tem sim autorização para eliminar a ameaça sempre que justificada a violência. O objectivo principal desta missão será de não só criar um corredor humanitário para a população, mas também de criar uma zona segura no sul do Iémen, assim como assegurar infraestruturas vitais para a missão da ONU. A população civil deve ser a nossa prioridade, pelo que é da extrema importância limitar ao máximo baixas civis. De notar que estamos num contexto de pandemia, e todos os militares deverão levar com eles uma máscara para se proteger. Os Houthis controlam o sul do Iémen através das armas fornecidas pelo Irão, que são subsequentemente distribuídas pela milícia local. Igualmente no sul, está presente o exército do Iémen apoiado pela força aérea Saudita. Estão presentes forças Americanas na área a supervisionar o conflito e a defender zonas de extração de petróleo, vitais à economia americana. As forças da Onu estarão presentes na fronteira a noroeste através do contingente da República Democrática do Congo e na fronteira a sul com o contingente Suéco.
  2. 2 points
    PCanas

    Sugestão: "update" ao CTAB

    https://steamcommunity.com/sharedfiles/filedetails/?id=2189592034&fbclid=IwAR10oRHn-6V_6o5B6nUEhDK_l3o9nSUy-SB6ULz9RdNLVxr18T5xjo7NcnM I add on top of the basic functionality the following 1- New GUI for Android (switched to S20 tactical edition with juggernaut case) 2- New GUI for Tablet 3- Dynamic distance measure type. It uses meter if distance is lower than a kilometer 4- New marker types 5- Items are not defined as GPS but regular inventory item. Idea was to get rid of vanilla gps panel totally by keeping GPS slot of the unit empty. Vanilla CTAB was defined as GPS so the vanilla GPS panel was still working which was immersion killer 6- RHS helmets which has camera are added to tablet. Player does not need camera item for such helmets. 7- Other mod developers can define their helmets as camera holder by setting in their mod a custom config parameter CTAB_Camera = true; 8- Microdagr and TAD are both moved further left and down to give more space in screen
  3. 1 point
    Xerife_87

    Música! Que ouves tu!?

  4. 1 point
    SaLaZaR

    OP. Suomi Last Mission

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