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  1. 3 points
    SaLaZaR

    OPERAÇÃO WHITEGULF

    Boa Noite, Devido a constrangimentos profissionais, houve da minha parte, impossibilidade na elaboração dos Briefings e SITREPs, pelo que segue a actualização da Operação Whitegulf: No decorrer da missão de 22112019, de Escort de HVT, na sequência da emboscada do Cartel, alias GENTIL DUARTE, foi abatido na sequência da troca de tiros, pelo que "Pácora" e "Pablito", encontram-se presos. Continuam a monte, os sujeitos acima mostrados. A nossa missão continua. Na sequência da missão em Rugusa, foi capturada intel que nos dava conta de que alguém chamado "Pequeno Líder" se iria encontrar com o Cartel do Golfo. De acordo os Serviços Secretos Colombianos, existe a forte probabilidade de haver um ponto "rendez-vous", numa base abandonada na POS. 051068. A missão da Armalusa, e fazer vigilância da POS. 051068, e seguimento do HVT, para posterior captura do mesmo. Dada a ausência da identificação do mesmo, solicita-se captura com VIDA. Desconhece-se o local da reunião, mas de acordo com os SSC, dada a geografia daquela área (diversos rios e a próximidade do mar), é do conhecimento das autoridades, que é utilizada com frequência para o narcotráfico e tráfico de armas. Mas destacam-se as localidades de Jaunta, Belladonna e Jempo. 05122019: > Reabastecimento das forças no terreno > JAGUAR: - Fazer o transporte das LINCE, LOBO e MORCEGO para as respetivas AO. - Auxiliar o acompanhamento do HVT, com recurso ao Drone disponível na Base; > MORCEGO E LOBO: Irão ficar com os AO de Jaunta, Belladonna e Jempo; > LINCE: Vigilância da POS. 051068, e acompanhamento do HVT (estão autorizados a utilizar viaturas civis). 06122019: > JAGUAR: vai ser cedido um Heli CAS/MEDEVAC, que vai ser usado para suporte das tropas no terreno, assim como estão autorizados a usar F-16. Trata-se de uma zona de alto risco; > MORCEGO, LOBO E LINCE, após localização do local de reunião, terão de se coordenar, de modo a executar o assalto. Sem mais,
  2. 1 point
    Kerozen

    Videos/Fotos Militares

    O arma assim é que era
  3. 1 point
    SaLaZaR

    OPERAÇÃO WHITEGULF

    Boa Noite a todos, Após o julgamento de “El Chapo”, em reunião com a DEA e vários representantes dos governos do México, Colômbia, Venezuela e Equador, com a ONU, foi decidido a implementação da Operação “WhiteGulf” para travar a crescente vaga de crimes e tráfico de estupefacientes. Plantações de drogas, tráfico de Armas, tráfico humano, lavagem de dinheiro, corrupção e associação criminosa são os pontos chave determinados a funcionar como objectivos principais desta operação. Embora os altos dirigentes da ONU desaconselham veementemente a intervenção militar contra estes crimes mas os representantes dos governos e a DEA, conseguiram demonstrar que os cartéis representam e funcionam como pequenos exércitos e como tal, deve ser combatido pela mesma força (militar). O Presidente da Colombia Iván Duque Márquez quer por força mostrar ao mundo que ao contrário de alguns dos seus antecessores, ele está isento de qualquer tipo de ligação à corrupção que favorece o narcotráfico. Assim sendo, foi destacada a BRR portuguesa para intervir na Colômbia em cooperação com o governo e exército colombiano. O primeiro objectivo é desmantelar o cartel Clan del Golfo (aliado do cartel Sinaloa de “El Chapo”, no México). O ELN vem por acréscimo por ser uma força paramilitar com ideologias de extrema-esquerda que quer uma Revolução de Cuba na colômbia, e quer derrubar o sistema democrático e dominar zonas chave da Colômbia. Muitas dessas zonas são dominadas pelos cartéis. O ELN que tomar posse das zonas que são verdadeiras rotas de narcotráfico para poderem financiar-se para a sua luta. Essas rotas estão na posse do Clan del Golfo, o que torna este Clan um inimigo da ELN. Forças Aliadas: Exército Colombiano ; Polícia Nacional Colombiana Forças Inimigas: Clan del Golfo (AGC) (1) ; Exército Libertación Colombiana (ELN) (2) (1) (2) ELN - Uma parte significativa dos rendimentos do ELN advêm do "imposto de guerra", a que sujeita as companhias petrolíferas e eléctricas, e dos sequestros a troco de resgate. O ELN é responsável pela maioria dos sequestros na Colômbia. Até a morte de seu líder histórico,Manuel Perez, um padre espanhol que chefiou o movimento durante cerca duas décadas (até 1998), o ELN não se dedicava ao narcotráfico. O Observatório de Minas Anti-Pessoal coloca a hipótese não confirmada que o ELN, armam minas anti-pessoal com o objectivo de proteger os cultivos ilícitos de folha de coca para a fabricação de cocaína. Nos últimos anos o ELN tem-se incluído no negócio de mineração ilegal, isto é, aquela que não detém títulos mineiros nem control por parte do governo colombiano; principalmente na extorsão aos donos e exploradores destas minas ilegais, quem lhes paga uma percentagem do valor da sua exploração ou o direito de incluir retroescavadoras na sua área de influência, a troco de continuar a aproveitar os recursos naturais no subsolo. O principal recurso natural que se explora nestas minas ilegais é o ouro, das quais se crê que o ELN tem várias actividades de exploração directa, causando graves danos ao ecossistema de onde estão localizados estes depósitos, resultado do uso indiscriminado das rectroescavadoras para remover o subsolo dos bosques e a irresponsável disposição junto a fontes de água de mercúrio e cianeto, vitais para separar o ouro da terra removida, causando doenças na população civil. Pelo elevado custo do ouro no mercado internacional, converteu-se numa actividade igual ou mais rentável que o narcotráfico. Desde 2017 que se denuncia a presença na Venezuela do ELN e de dissidências das FARC, fazendo trabalhos como capatazes nas explorações de ouro, diamantes e coltan dos estados Bolívar, Apure e Amazonas; os dois últimos fronteiriços com a Colômbia, de onde estariam a trabalhar em aliança com o regime bolivariano para explorar os recursos minerais, transportá-los e entregá-los ao governo venezuelano, que agora recorre à exploração mineira como nova fonte de ingressos perante o declive da sua produção petrolífera, o que veio como consequência da crise económica, política e social que, em 2018, ainda padece o país vizinho, dando às Forças Armadas Venezuelanas um papel passivo fazendo-se “vista grossa” nos lugares onde estão os grupos ilegais colombianos. Clan Del Golfo (AGC) - A antiga Autodefensas Unidas de Colombia (AUC) foi uma organização paramilitar contra-insurgente e terrorista de extrema direita que participou no conflito armado interno na Colômbia, sendo o grupo criminoso a que foi atribuído o maior número de vítimas na Colômbia, com 94.754 assassinatos, incluindo mais do dobro de assassinatos cometidos pelas guerrilhas colombianas. Consolidou-se como um agrupamento paramilitar nos finais da década de 90 e o seu principal objectivo era, no início, combater organizações de esquerda ilegais como as FARC-EP, a ELN ou o ELP em várias regiões da Colômbia, aquelas que estavam controladas por várias facções do grupo guerrilheiro. Em 2006 desmobilizou-se o último dos 30150 homens que, segundo o alto comissário para a paz Luís Carlos Restrepo, pertenciam às AUC. A origem do grupo remonta a uma região chamada Urabá, um golfo localizado perto dos departamentos de Antioquia, Córdoba e Chocó, junto à fronteira com o Panamá, uma zona por onde se traficam drogas, devido a que são «corredores estratégicos» por onde se pode enviar mercadorias a outros destinos nacionais e internacionais. Ainda que as suas actividades começaram no Golfo do Urabá, a origem da organização está ligada a uma zona conhecida como Orinoquía ou os Llanos Orientales, de onde o narco-paramilitar Daniel Rendrón Herrera conhecido por Don Mario realizava todo o tipo de operações no Bloque Centauros, uma facção militar das AUC. Para as AUC, os Llanos sempre foram um corredor estratégico, um lugar onde se realizaram actos criminosos. O sector petrolífero e rancheiro sofreu constantes ataques. Os paramilitares apoderaram-se militarmente da zona, onde também se cometeram extorsões. E em alguns casos se supervisionava a produção de cocaína, por meio de laboratórios clandestinos. Naquela época, vendedores e todo o tipo de pessoas vinculadas ao narcotráfico enfrentaram-se com a guerrilha das FARC pela zona estratégica dos LLanos Orientales. No final da década de 90, os paramilitares e chefes máximos das AUC, Carlos e Vicente Castaño, deram ordens às suas milícias com fim a controlar e operar todos os negócios relacionados com a droga, tarefa que também era feita pelas FARC. No início da década de 2000, Carlos e Vicente propõem vender um dos seus esquadrões militares a Miguel Arroyave, um narcotraficante que finalmente conseguiu a compra do esquadrão por US $ 7.000.000. Sob a supervisão de Arroyave e Rendón, o Bloque Centauros estabeleceu-se como uma das facções guerrilheiras mais importantes das AUC. O seu objectivo principal estava relacionado com o negócio do narcotráfico, também extorquiam empresários e pessoas dedicadas ao sector agrícola, assim como, os membros do grupo estabeleceram o chamado «imposto revolucionário» como sistema de financiamento. A extorsão também se estendeu a todas aquelas pessoas que comercializavam qualquer tipo de produtos, incluindo empresas petrolíferas que chegaram a pagar $20.000.000 mensais, segundo as declarações de vários ex-membros do grupo armado. O Bloque Centauros empreenderia uma série de ataques contra um grupo militar que actuava na zona, que era conhecido pelo nome de Autodefensas Campesinas de Caanare ( ACC). Uma das organizações mais antigas da Colômbia, liderada por Héctor José Buitrago Rodríguez. Durante 2004, a confrontação militar entre os dois grupos deixou uma grande quantidade de mortos, pelo menos 2000 pessoas perderam a vida. Finalmente, Daniel Rendón retirou-se para os Llanos Orientales, depois de várias discussões com MIguel Arroyave. Perante toda a situação sofrida, Daniel Rendón decidiu viajar ao golfo de Urabá. Uma vez localizado na região, consegue estabelecer contactos com o seu irmão Freddy Rendón Herrera, conhecido por El Aléman, outro narcoparamilitar e chefe máximo do denominado Bloque Elmer Cárdenas. No entanto, Miguel Arroyaves sofreu um atentado: membros das suas tropas decidiram assassiná-lo, com a ajuda de Pedro Oliviero Guerrero Castillo, um membro raso das AUC. Finalmente Freddy Rendón Herrera entregou-se às autoridades, enquanto o seu irmão Don Mario conseguiu estabelecer-se e controlar grande parte das actividades que anteriormente eram uma prioridade para Freddy. Uma das principais tarefas foi recrutar todo o pessoal possível que alguma vez trabalhara para o seu irmão, também falou com alguns membros da guerrilha do Ejército Popular de Liberación (EPL), com fim de vinculá-los e trabalhar sob o seu mandato. Uma vez consolidado dentro da região do Urabá, Don Mario enviou vários carregamentos de droga para a América Central, por meio de lanchas e botes. Até um máximo de vinte embarcações chegavam directamente ao seu destino. Daniel foi considerado « o capo do narcotráfico da Colômbia», segundo a opinião pública. Daniel Rendón tentou expandir o seu império, pelo que foi até ao Sul de Córdoba, pela região de Bajo Cauca, no Norte de Antioquia. Também viajou à cidade de Medellín, que estava controlada pela temida Oficina de Envigado (outro grupo criminoso e “descendente” do grupo de Pablo Escobar). Os homens de Daniel Rendón começaram uma luta contra os Paisas e pouco depois contra a Oficina de Envigado. A polícia culpou a organização de Daniel Rendón pelo homicídio de umas 3000 pessoas entre 2007 e 2009. A 15 de Abril de 2009, uma equipa de 300 comandos da polícia capturou Rendón numa quinta rural de Urabá. Depois da captura de Rendón, vários ex-membros do seu grupo foram trabalhar com os irmãos Úsuga David, Juan de Dios e Dario Antonio, dois ex-paramilitares de ranque médio que tinham trabalhado com Rendón desde a década de 90. Os irmãos começaram com uns 200 homens após a detenção de Rendón, e desde então conseguiram uma expansão territorial que abarca 182 municípios e também algumas zonas fronteiriças de outros países como a Venezuela, Equador e Panamá, onde se encontraram alguns membros. No início do mês de Janeiro de 2012, o chefe máximo do grupo, Juan de Dios é abatido pela polícia, numa quinta localizada no departamento de Chocó. Perante este eventual acontecimento, o Clã Úsuga empreendeu vários ataques contra as autoridades, como justificação da morte do seu chefe. O grupo destribuiu uma grande quantidade de panfletos ameaçadores e impediu a continuidade das actividades comerciais. Enquanto o seu irmão Dario Antonio finalmente ficou como chefe absoluto do grupo. Segundo a Corporação Novo Arco Íris, uma organização que promove a paz e o diálogo como resposta ao conflito armado na Colômbia, os do Clã Úsuga « são uma espécie de exército privado dos testa-de-ferro dos antigos paramilitares e estão a cobrar dívidas dos mesmos». O Clã Úsuga começou por denominar-se Clã Urabeños mas para evitar que pessoas que viviam em Urabá continuassem a ser conectadas com o Clã, passou a denominar-se Úsuga. No entanto Úsuga é um apelido disseminado por toda a Colômbia, daí que, alterou-se novamente a denominação e passou a ser Clã del Golfo já que a sua principal actividade centrava-se no Golfo de Urabá. Após a captura de Don Mario o clã para não perder a ala política que provinha ainda da antiga AUC, autodenominou-se Autodefensas Gaitanistas de Colómbia (AGC) Equipamentos: O equipamento pessoal será semelhante à campanha anterior, pelo que fizemos actualização ao armamento e ópticas, de acordo com o novo equipamento do Exército Português: Mapa da Área de Operações da FND Armalusa: De acordo com a informações obtida através da Polícia Nacional Colombiana, as áreas a Azul e Vermelho são as áreas onde se registaram maiores atividades dos Cartéis que vamos combater: O Quartel-General (QG) da Armalusa, irá ficar sediado na Base Aérea Pathfinder. COMUNICAÇÕES: A VOSSA ATENÇÃO AOS CALLSIGNS: Comandos: "MORCEGO" SW - FREQ. 110MHZ Paraquedistas: "LOBO" SW - FREQ. 120MHZ Rangers: "LINCE" SW - FREQ. 130MHZ FAP: "JAGUAR" LW - 30MHZ (Utilizar a frequência de Comando para solicitar a JAGUAR) "JAGUAR 1" Capitão @Luso ; "JAGUAR 2" @sandro1500 ; "JAGUAR 3" @1ºCb C. Martins COMANDO: "GATO-BRAVO" LW - 30MHZ EQUIPAS: LW: 31MHZ LISTA DE MODS: https://steamcommunity.com/sharedfiles/filedetails/?id=1853090454 Sem mais, Gato-Bravo Terminado.
  4. 1 point
    SaLaZaR

    Videos/Fotos Militares

    Oh pah, o @Braz já foi à tropa:
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